O relatório das ações policiais e ocorrências referentes ao primeiro trimestre deste ano, divulgado no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira, aponta que no primeiro trimestre deste ano os casos de roubo seguido de morte dispararam na Capital e em cidades do interior.
Em Campo Grande foram cinco latrocínios, contra um de janeiro a março de 2009. Nas cidades do interior o número de crimes desse tipo saltou de três para cinco.
Um dos casos que causou comoção, na Capital, foi a morte do estudante Paulo Henrique Rodrigues, 17 anos, ocorrido no dia 17 de fevereiro no Jardim Tarumã. Ele foi atingido por um tiro disparado por bandidos durante um assalto do outro lado da rua em que ele trabalhava.
Em março dois comerciantes foram mortos no bairro Cidade Morena, região da saída para São Paulo. Juarez Alves Feitosa, de 35 anos, foi assassinado a tiros no dia 11, quando ajudava um funcionário cujo carro havia estragado na Gury Marques e Geraldo Cardoso, de 63 anos, foi morto a tiros em um bar, na noite do dia 22. Dois dias depois, no bairro São Francisco, o aposentado Franckilin Yashuhiro Shinzato, de 78 anos, foi espancado e morto e o carro dele foi roubado.
Na Capital os roubos aumentaram em 4%, totalizando 1.209 em três meses contra 1.161 em igual período do ano anterior. No interior houve redução de 15%, de 785 para 667.
Os assassinatos não relacionados com roubos também diminuíram, de 36 para 33 na Capital e de 121 a 92 no interior do Estado.
Outro dado revelado pelo relatório é que com a nova legislação, que amplia os crimes qualificados como estupro, os registros dispararam. Somam 54 na Capital, contra 31 de janeiro a março de 2009 e nas cidades do interior de 50 saltaram para 136.
Ainda de acordo com o relatório, aumentaram os golpes aplicados por estelionatários em todo o Estado. No primeiro trimestre deste ano foram 265 casos nas cidades do interior e 195 na Capital, aumento de 13% e 6%, respectivamente.
Confira aqui o relatório de 2009
Confira aqui o relatório de 2010
sexta-feira, 16 de abril de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
ÉTICA NO SERVIÇO PÚBLICO.
1. VALORES ÉTICOS E SEUS PRINCÍPIOS.
CONCEITO:
Ética é (ou diz respeito a) um padrão aplicável à conduta de um grupo bem definido, padrão esse que nos permite aprovar ou desaprovar agentes e suas ações.”
Ética é (ou diz respeito a) um padrão aplicável à conduta de um grupo bem definido, padrão esse que nos permite aprovar ou desaprovar agentes e suas ações.”
Promover a ética = promover o conhecimento e a observância do padrão.
Gerir a ética = criar as condições institucionais adequadas para a efetiva implantação desse padrão.
Gerir a ética = criar as condições institucionais adequadas para a efetiva implantação desse padrão.
Servidor público: Entende-se por servidor público todo aquele que, por força de lei, contrato ou qualquer ato jurídico, preste serviços de natureza permanente, temporária ou excepcional, ainda que sem retribuição financeira, desde que ligado direta ou indiretamente a qualquer órgão do poder estatal, como as autarquias, as fundações públicas, as entidades paraestatais, as empresas públicas e as sociedades de economia mista, ou em qualquer setor onde prevaleça o interesse do Estado. (Capítulo II, Das Comissões de Ética, XXIV)
A remuneração do servidor público é custeada pelos tributos pagos direta ou indiretamente por todos, até por ele próprio, e por isto se exige, que a moralidade se integre no Direito.
O trabalho desenvolvido pelo servidor público perante a comunidade deve ser entendido como acréscimo ao seu próprio bem estar, já que, como cidadão, integrante da sociedade, o êxito deste trabalho pode ser considerado seu maior patrimônio.
A função pública deve ser tida como exercício profissional e, portanto, se integra na vida particular de cada servidor público.
O servidor que trabalha em harmonia com a estrutura organizacional, respeitando seus colegas e cada concidadão, colabora e de todos pode receber colaboração, pois sua atividade pública é a grande oportunidade para o crescimento e engrandecimento da Nação.
A dignidade, o decoro, o zelo, a eficácia, a consciência dos princípios morais são primados maiores que devem nortear o servidor público, seja no exercício do cargo ou fora dele. já que refletirá o exercício do próprio poder estatal.
O servidor público não poderá jamais desprezar o elemento ético de sua conduta.
Assim, não terá que decidir somente entre o legal e o ilegal, o justo e o injusto, o conveniente e o inconveniente, o oportuno e o inoportuno, mas principalmente entre o honesto e o desonesto.
A moralidade da Administração pública não se limita à distinção entre o bem e o mal, devendo ser acrescida da idéia de que o fim é sempre o bem comum. O equilíbrio entre a legalidade e a finalidade é que poderá consolidar a moralidade do ato administrativo
A cortesia, a boa vontade, o cuidado e o tempo dedicados ao serviço público caracterizam o esforço pela disciplina. tratar mal uma pessoa que paga seus tributos direta ou indiretamente significa causar-lhe dano moral.
A pessoa humana é um ser de extraordinária complexidade e riqueza – um gigante metafísico.
Por estarem a nós vinculados, os valores éticos também são riquíssimos.
Os valores éticos emergem do diversos modos como a pessoa se coloca no mundo, de como se relaciona consigo mesma e com os outros.
Ser ético significa respeitar os múltiplos modos de ser e aparecer da pessoa – tanto na sua face individual, como enquanto membro da sociedade.
Logo, como existe uma grande variedade de dimensões da pessoa, podemos elaborar extensa lista de valores éticos.
Os estudiosos concordam que há alguns valores éticos indispensáveis e insubstituíveis.
A cada um destes valores corresponde um principio ético, ou seja, um imperativo, um comando, um convite à ação.
1.1 JUSTIÇA.
A percepção do valor da justiça se assenta no profundo respeito à pessoa humana. Para tanto, podemos ir além do que determinam a lei e as convenções sociais. Está ligado a uma especial consideração pela própria dignidade. E isso só é possível mediante a probidade, a honradez e a decência
Valor
Vontade constante e perpétua de dar a cada um o que é seu, ou seja, o que lhe é apropriado enquanto pessoa. Para perceber o que é apropriado a cada um é necessária a finesse ética.
Principio Ético
Ser justo, além de respeitar as determinações legais em favor do outro, é fazer o possível para garantir ao outro os direitos fundamentais à vida, à liberdade, à verdade, à dignidade.
1.2 HONESTIDADE:
Ser honesto leva-nos a agir conforme o sentido do dever, mesmo que venhamos a desagradar o outro.
Valor
Apreço pelas ações boas.
Princípio Ético
Ser honesto implica firmeza de propósitos.
Firmeza de propósitos significa afirmar a si mesmo na luta em prol de valores nobres e elevados. Por um lado, pode significar o sacrifício de privilégios e regalias, mas, por outro, garante a consciência tranqüila e a satisfação pelo que se faz. Caso sejam honestas as coisas que fazes, então todos as podem conhecer.
1.3 AMOR
O amor é um valor-iluminador, pois permite perceber outros valores ligados à nossa dignidade.
Segundo Max Scheler, o amor faz descobrir outros valores na pessoa amada...
“ame a teu próximo como a ti mesmo.”
Valor
Reconhecimento do outro como pessoa.
Principio Ético
Amar significa tratar o próximo com liberdade e dignidade. Não se trata de realizar no outro os próprios desejos (os pais que impõem aos seus filhos) ou de buscar a conivência do outro (o diretor que bajula o funcionário, para que este não o denuncie).
1.4 PRUDÊNCIA
O trabalho desenvolvido pelo servidor público perante a comunidade deve ser entendido como acréscimo ao seu próprio bem estar, já que, como cidadão, integrante da sociedade, o êxito deste trabalho pode ser considerado seu maior patrimônio.
A função pública deve ser tida como exercício profissional e, portanto, se integra na vida particular de cada servidor público.
O servidor que trabalha em harmonia com a estrutura organizacional, respeitando seus colegas e cada concidadão, colabora e de todos pode receber colaboração, pois sua atividade pública é a grande oportunidade para o crescimento e engrandecimento da Nação.
A dignidade, o decoro, o zelo, a eficácia, a consciência dos princípios morais são primados maiores que devem nortear o servidor público, seja no exercício do cargo ou fora dele. já que refletirá o exercício do próprio poder estatal.
O servidor público não poderá jamais desprezar o elemento ético de sua conduta.
Assim, não terá que decidir somente entre o legal e o ilegal, o justo e o injusto, o conveniente e o inconveniente, o oportuno e o inoportuno, mas principalmente entre o honesto e o desonesto.
A moralidade da Administração pública não se limita à distinção entre o bem e o mal, devendo ser acrescida da idéia de que o fim é sempre o bem comum. O equilíbrio entre a legalidade e a finalidade é que poderá consolidar a moralidade do ato administrativo
A cortesia, a boa vontade, o cuidado e o tempo dedicados ao serviço público caracterizam o esforço pela disciplina. tratar mal uma pessoa que paga seus tributos direta ou indiretamente significa causar-lhe dano moral.
A pessoa humana é um ser de extraordinária complexidade e riqueza – um gigante metafísico.
Por estarem a nós vinculados, os valores éticos também são riquíssimos.
Os valores éticos emergem do diversos modos como a pessoa se coloca no mundo, de como se relaciona consigo mesma e com os outros.
Ser ético significa respeitar os múltiplos modos de ser e aparecer da pessoa – tanto na sua face individual, como enquanto membro da sociedade.
Logo, como existe uma grande variedade de dimensões da pessoa, podemos elaborar extensa lista de valores éticos.
Os estudiosos concordam que há alguns valores éticos indispensáveis e insubstituíveis.
A cada um destes valores corresponde um principio ético, ou seja, um imperativo, um comando, um convite à ação.
1.1 JUSTIÇA.
A percepção do valor da justiça se assenta no profundo respeito à pessoa humana. Para tanto, podemos ir além do que determinam a lei e as convenções sociais. Está ligado a uma especial consideração pela própria dignidade. E isso só é possível mediante a probidade, a honradez e a decência
Valor
Vontade constante e perpétua de dar a cada um o que é seu, ou seja, o que lhe é apropriado enquanto pessoa. Para perceber o que é apropriado a cada um é necessária a finesse ética.
Principio Ético
Ser justo, além de respeitar as determinações legais em favor do outro, é fazer o possível para garantir ao outro os direitos fundamentais à vida, à liberdade, à verdade, à dignidade.
1.2 HONESTIDADE:
Ser honesto leva-nos a agir conforme o sentido do dever, mesmo que venhamos a desagradar o outro.
Valor
Apreço pelas ações boas.
Princípio Ético
Ser honesto implica firmeza de propósitos.
Firmeza de propósitos significa afirmar a si mesmo na luta em prol de valores nobres e elevados. Por um lado, pode significar o sacrifício de privilégios e regalias, mas, por outro, garante a consciência tranqüila e a satisfação pelo que se faz. Caso sejam honestas as coisas que fazes, então todos as podem conhecer.
1.3 AMOR
O amor é um valor-iluminador, pois permite perceber outros valores ligados à nossa dignidade.
Segundo Max Scheler, o amor faz descobrir outros valores na pessoa amada...
“ame a teu próximo como a ti mesmo.”
Valor
Reconhecimento do outro como pessoa.
Principio Ético
Amar significa tratar o próximo com liberdade e dignidade. Não se trata de realizar no outro os próprios desejos (os pais que impõem aos seus filhos) ou de buscar a conivência do outro (o diretor que bajula o funcionário, para que este não o denuncie).
1.4 PRUDÊNCIA
O valor da prudência está ligado ao verdadeiro, ao conhecimento, a razão... A prudência é o que poderíamos chamar de bom senso, mas que estaria a serviço de uma boa vontade. Ou de inteligência, mas que seria virtuosa. É nisso que a prudência condiciona todas as outras virtudes: nenhuma, sem ela, saberia o que se deve fazer, nem como chegar ao fim (o bem) a que ela visa.
Ser prudente não é, evitar perigos, nem é medo ou covardia... A prudência é apenas pusilânime; enquanto a coragem sem prudência seria apenas temeridade ou loucura.
Existem perigos que devem ser evitados e riscos que precisam ser corridos. A prudência consiste na escolha inteligente e decidida pela alternativa correta. Daí ser a sua prática a virtude do risco e da decisão.
Valor
Capacidade de liberação correta sobre o que é bom ou mau para o homem em determinada situação.
Principio Ético
Ser prudente é optar firmemente pelo que é necessário escolher e pelo que é necessário evitar.
1.5 LIBERDADE
Se nossa autodeterminação implica a limitação da liberdade do outro não se trata de liberdade, mas de forma disfarçada de controle ou de opressão.
Liberdade essa que “consiste em e se alimenta do medir-se com a necessidade. Sem a necessidade, a liberdade torna-se vã, como a força sem resistência. Liberdade vazia, assim como poder vazio, se abole a si mesma.” JONAS, Hans. O principio responsabilidade, p. 328.
Existem perigos que devem ser evitados e riscos que precisam ser corridos. A prudência consiste na escolha inteligente e decidida pela alternativa correta. Daí ser a sua prática a virtude do risco e da decisão.
Valor
Capacidade de liberação correta sobre o que é bom ou mau para o homem em determinada situação.
Principio Ético
Ser prudente é optar firmemente pelo que é necessário escolher e pelo que é necessário evitar.
1.5 LIBERDADE
Se nossa autodeterminação implica a limitação da liberdade do outro não se trata de liberdade, mas de forma disfarçada de controle ou de opressão.
Liberdade essa que “consiste em e se alimenta do medir-se com a necessidade. Sem a necessidade, a liberdade torna-se vã, como a força sem resistência. Liberdade vazia, assim como poder vazio, se abole a si mesma.” JONAS, Hans. O principio responsabilidade, p. 328.
“Age de tal maneira que trates a humanidade, tanto na sua própria pessoa como
na do outro, sempre como um fim e jamais como um meio.” Immanuel Kant
Valor
Capacidade do homem se autodeterminar diante das limitações, inclusive, daquelas decorrentes do convívio com os demais.
Princípio Ético
Ter liberdade é respeitar o outro como sujeito livre e capaz de se autodeterminar. O outro não pode ser tratado como obstáculo ou instrumento para satisfação dos próprios desejos, caso contrário, advirá à humilhação ou a escravidão.
1.6 RESPONSABILIDADE
“A liberdade implica responsabilidade e, por isso, ela nos angustia.” Sartre
A liberdade sem os limites impostos pela responsabilidade se transforma em liberdade, provocando o caos tanto na esfera pessoal quanto na do convívio social.
A responsabilidade implica um mínimo de consciência sobre as conseqüências dos atos praticados ou por praticar.
Valor
Correlação que se estabelece entre um ato livremente praticado e os efeitos que produz sobre os outros e sobre a realidade.
Princípio Ético
Ser responsável significa se conseqüente, assumir os benefícios e o ônus decorrentes da condição em que se está, da função que se ocupa, de uma decisão tomada.
1.7 SINCERIDADE
Seja o vosso sim, sim, e vosso não, não. MT, 5, 37.
“Ser sincero impede a bajulação, a adulação ou a falsa tolerância, com vistas a obtermos vantagens pessoais. A pessoa é entendida como única, jamais redutível a outra pessoa. Ao respeitar as pessoas como elas são, você pode ser mais eficaz, ajudando-as a se aperfeiçoarem.” Jostein Gaarder.
Valor
Amor à verdade, diretamente ligado à autenticidade para consigo mesmo e para com os outros.
Principio Ético
Ser sincero significa evitar tanto a incorreta auto-avaliação quanto o falso testemunho e o perjúrio, capazes de levar um inocente à condenação ou ao escárnio.
1.8 RESPEITO
O respeito é uma das qualidades que temos para podermos nos relacionar com outras pessoas. Respeito é o direito de expressar-se sem que sofra algum tipo de repressão, castigo ou punição. É alguém não fazer aquilo que não gostaria que lhe fosse feito. O respeito é muito importante para todos e é bom cultivá-lo para um mundo melhor. O respeito é muito importante para o nosso crescimento pessoal e social, para uma vida melhor e mais civilizada.
Valor
Especificidade e unicidade de cada pessoa.
Princípio Ético
Respeitar é reconhecer o outro como diferente, como alguém de características próprias e capaz de tomar decisões que, caso não atentem contra ética, devem ser respeitadas.
Merecemos respeito, independentemente de nossa religião, características físicas especiais, opções sexuais etc.
Onde há respeito, as diferenças individuais se transformam em riqueza.
O cultivo dos valores e o respeito aos princípios que deles resultam são imprescindíveis para que se possa falar seriamente de ética. De outro modo, o discurso ético torna-se vazio.
na do outro, sempre como um fim e jamais como um meio.” Immanuel Kant
Valor
Capacidade do homem se autodeterminar diante das limitações, inclusive, daquelas decorrentes do convívio com os demais.
Princípio Ético
Ter liberdade é respeitar o outro como sujeito livre e capaz de se autodeterminar. O outro não pode ser tratado como obstáculo ou instrumento para satisfação dos próprios desejos, caso contrário, advirá à humilhação ou a escravidão.
1.6 RESPONSABILIDADE
“A liberdade implica responsabilidade e, por isso, ela nos angustia.” Sartre
A liberdade sem os limites impostos pela responsabilidade se transforma em liberdade, provocando o caos tanto na esfera pessoal quanto na do convívio social.
A responsabilidade implica um mínimo de consciência sobre as conseqüências dos atos praticados ou por praticar.
Valor
Correlação que se estabelece entre um ato livremente praticado e os efeitos que produz sobre os outros e sobre a realidade.
Princípio Ético
Ser responsável significa se conseqüente, assumir os benefícios e o ônus decorrentes da condição em que se está, da função que se ocupa, de uma decisão tomada.
1.7 SINCERIDADE
Seja o vosso sim, sim, e vosso não, não. MT, 5, 37.
“Ser sincero impede a bajulação, a adulação ou a falsa tolerância, com vistas a obtermos vantagens pessoais. A pessoa é entendida como única, jamais redutível a outra pessoa. Ao respeitar as pessoas como elas são, você pode ser mais eficaz, ajudando-as a se aperfeiçoarem.” Jostein Gaarder.
Valor
Amor à verdade, diretamente ligado à autenticidade para consigo mesmo e para com os outros.
Principio Ético
Ser sincero significa evitar tanto a incorreta auto-avaliação quanto o falso testemunho e o perjúrio, capazes de levar um inocente à condenação ou ao escárnio.
1.8 RESPEITO
O respeito é uma das qualidades que temos para podermos nos relacionar com outras pessoas. Respeito é o direito de expressar-se sem que sofra algum tipo de repressão, castigo ou punição. É alguém não fazer aquilo que não gostaria que lhe fosse feito. O respeito é muito importante para todos e é bom cultivá-lo para um mundo melhor. O respeito é muito importante para o nosso crescimento pessoal e social, para uma vida melhor e mais civilizada.
Valor
Especificidade e unicidade de cada pessoa.
Princípio Ético
Respeitar é reconhecer o outro como diferente, como alguém de características próprias e capaz de tomar decisões que, caso não atentem contra ética, devem ser respeitadas.
Merecemos respeito, independentemente de nossa religião, características físicas especiais, opções sexuais etc.
Onde há respeito, as diferenças individuais se transformam em riqueza.
O cultivo dos valores e o respeito aos princípios que deles resultam são imprescindíveis para que se possa falar seriamente de ética. De outro modo, o discurso ético torna-se vazio.
Em síntese:
A cada valor ético compete a um principio ético vejamos:
JUSTIÇA Garantir ao outro os direitos fundamentais
HONESTIDADE Ser honesto implica firmeza de propósitos
AMOR Tratar o próximo com liberdade
PRUDÊNCIA Optar firmemente pelo que é necessário escolher e evitar
LIBERDADE Respeitar o outro como sujeito livre e capaz
RESPONSABILIDADE Assumir benefícios e ônus decorrentes da própria condição
SINCERIDADE Evitar incorreta auto-avaliação, perjúrio e falso testemunho
RESPEITO Reconhecer o outro como diferente
A cada valor ético compete a um principio ético vejamos:
JUSTIÇA Garantir ao outro os direitos fundamentais
HONESTIDADE Ser honesto implica firmeza de propósitos
AMOR Tratar o próximo com liberdade
PRUDÊNCIA Optar firmemente pelo que é necessário escolher e evitar
LIBERDADE Respeitar o outro como sujeito livre e capaz
RESPONSABILIDADE Assumir benefícios e ônus decorrentes da própria condição
SINCERIDADE Evitar incorreta auto-avaliação, perjúrio e falso testemunho
RESPEITO Reconhecer o outro como diferente
CONCLUSÃO.
Qual deve ser o padrão ético do serviço público?
Os valores fundamentais do serviço público decorrem primariamente de seu caráter público e de sua relação com o público.
O serviço público está baseado na confiança que lhe foi depositada pela sociedade.
Lembre-se sempre dos princípios da administração pública, segundo a Constituição Federal
Legalidade
Impessoalidade
Moralidade
Publicidade
Eficiência
Para que ética?
Os padrões são necessários para manter o mínimo de coesão e estabilidade na comunidade
No caso específico do serviço público, o padrão é requisito para garantir a confiança do público.
Existe uma relação entre a confiança depositada e a eficiência e eficácia do serviço prestado.
Qual deve ser o padrão ético do serviço público?
Os valores fundamentais do serviço público decorrem primariamente de seu caráter público e de sua relação com o público.
O serviço público está baseado na confiança que lhe foi depositada pela sociedade.
Lembre-se sempre dos princípios da administração pública, segundo a Constituição Federal
Legalidade
Impessoalidade
Moralidade
Publicidade
Eficiência
Para que ética?
Os padrões são necessários para manter o mínimo de coesão e estabilidade na comunidade
No caso específico do serviço público, o padrão é requisito para garantir a confiança do público.
Existe uma relação entre a confiança depositada e a eficiência e eficácia do serviço prestado.
REFERÊNCIAS:
Abbagnano, Nicola. Dicionário de Filosofia. São Paulo: Martins Fontes, 1996.
Comte-Sponville, André. Pequeno Tratado das Grandes Virtudes. São Paulo: Martins
Fontes, 1996.
Nash, Laura L. Ética nas Empresas. Boas intenções à parte. São Paulo: Makron Books, 1993.
Silva, Benedicto (coord.)Netto, Antônio Garcia M. et al. Dicionário de Ciências Sociais.
Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, Instituto de Documentação e UNESCO, 1996, dois volumes.
Abbagnano, Nicola. Dicionário de Filosofia. São Paulo: Martins Fontes, 1996.
Comte-Sponville, André. Pequeno Tratado das Grandes Virtudes. São Paulo: Martins
Fontes, 1996.
Nash, Laura L. Ética nas Empresas. Boas intenções à parte. São Paulo: Makron Books, 1993.
Silva, Benedicto (coord.)Netto, Antônio Garcia M. et al. Dicionário de Ciências Sociais.
Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, Instituto de Documentação e UNESCO, 1996, dois volumes.
Artigo criado por: Fábio Augusto da Silva Souza é Guarda Municipal de Campo Grande MS,
terça-feira, 13 de abril de 2010
PROJETO AMBIENTAL CONTRIBUA!!!
Escrito por: Ariani

Serão sete mil quilômetros a percorrer de bicicleta e aproximadamente, cento e noventa cidades a visitar, mobilizando prefeituras, escolas, empresas, associações e toda a comunidade em geral para plantar árvores.
O aquecimento global, responsável diretamente pelas mudanças climáticas e por desastres ambientais incontroláveis, traz à tona a urgência de todos brasileiros se mobilizarem para a preservação dos recursos essenciais à vida.
O projeto Plante Árvore sobre Rodas, idealizado pelo Instituto Brasileiro de Florestas, é uma oportunidade para que todos possam colaborar de uma maneira efetiva. Essa mobilização nacional integra meio ambiente, esporte e responsabilidade social.
Serão sete mil quilômetros a percorrer de bicicleta e aproximadamente cento e noventa cidades a visitar, mobilizando prefeituras, escolas, empresas, associações e toda a comunidade em geral.
A aventura começará na cidade de Chuí, extremo sul do Brasil, e envolverá três ações principais: o plantio de árvores nativas para o reflorestamento, coleta de 2 milhões de assinaturas sobre “O Direito das Gerações Futuras” para ser entregue na ONU e a locomoção por meio de um veículo ecologicamente correto, a bicicleta.Os fomentadores do projeto, que irão levá-lo a todas as cidades, são dois dos diretores do Instituto, Wiliam e Higino Aquino. Toda comunidade será convidada a participar dessa ação e levar o projeto adiante, contribuindo com o meio em que vive.
O projeto teve inicio em Londrina, com distribuição de mudas e mobilização com escolas. Uma dessas mobilizações aconteceu sábado, 10 de abril, juntamente com a AIESEC, programa de intercâmbio. O projeto tem duração de três anos, termina na cidade de Oiapoque, extremo norte do país, após ter reflorestado 118 hectares, sendo compensados do ambiente aproximadamente 34 milhões de toneladas de CO2.
Visite o site do Projeto Plante Árvore sobre Rodas
Serão sete mil quilômetros a percorrer de bicicleta e aproximadamente, cento e noventa cidades a visitar, mobilizando prefeituras, escolas, empresas, associações e toda a comunidade em geral para plantar árvores.
O aquecimento global, responsável diretamente pelas mudanças climáticas e por desastres ambientais incontroláveis, traz à tona a urgência de todos brasileiros se mobilizarem para a preservação dos recursos essenciais à vida.
O projeto Plante Árvore sobre Rodas, idealizado pelo Instituto Brasileiro de Florestas, é uma oportunidade para que todos possam colaborar de uma maneira efetiva. Essa mobilização nacional integra meio ambiente, esporte e responsabilidade social.
Serão sete mil quilômetros a percorrer de bicicleta e aproximadamente cento e noventa cidades a visitar, mobilizando prefeituras, escolas, empresas, associações e toda a comunidade em geral.
A aventura começará na cidade de Chuí, extremo sul do Brasil, e envolverá três ações principais: o plantio de árvores nativas para o reflorestamento, coleta de 2 milhões de assinaturas sobre “O Direito das Gerações Futuras” para ser entregue na ONU e a locomoção por meio de um veículo ecologicamente correto, a bicicleta.Os fomentadores do projeto, que irão levá-lo a todas as cidades, são dois dos diretores do Instituto, Wiliam e Higino Aquino. Toda comunidade será convidada a participar dessa ação e levar o projeto adiante, contribuindo com o meio em que vive.
O projeto teve inicio em Londrina, com distribuição de mudas e mobilização com escolas. Uma dessas mobilizações aconteceu sábado, 10 de abril, juntamente com a AIESEC, programa de intercâmbio. O projeto tem duração de três anos, termina na cidade de Oiapoque, extremo norte do país, após ter reflorestado 118 hectares, sendo compensados do ambiente aproximadamente 34 milhões de toneladas de CO2.
Visite o site do Projeto Plante Árvore sobre Rodas
sábado, 10 de abril de 2010
SEGUNDA MARCHA AZUL MARINHO E MARCHAS EM TODOS OS ESTADOS DO PAÍS SEGUNDA MARCHA AZUL MARINHO E MARCHAS EM TODOS OS ESTADOS DO PAÍS
Neste inicio de mes, nosso idealizador Naval esteve em Brasília, buscando copilar o número de deputados que estão dispostos a votarem na PEC 534/02 e ouviu de vários parlamentares que as Guardas Municipais nada fazem para que a aprovação aconteça. Naval disse que chegou a conclusão que de fato falta movimentação, em mais de um ano que se passou da primeira Marcha Azul Marinho, mais nada fora realizada por nenhuma entidade classista de Guardas Municipais que só pensam em realizar feiras. Ao desembarcar no aeroporto trouxe em sua bagagem a idéia de realizar mais uma vez a Marcha Azul Marinho à Brasilia e também realizar em todos os estados do país, uma Marcha Azul Marinho. Iniciadas as negociações, Naval já conta com as Marchas Paulista, Mineira, Sulmatogrossense, Paraibana, Maranhense, Carioca, Paranaense, entre outras, que nos próximos dias estarão confirmando o maior movimento azul marinho da nossa história. Paramos para perguntar ao Naval porque esta decisão, disse; Se é pressão que eles querem então terão! Todos os dias vejo as noticias sobre os bons serviços que as Guardas Municipais estão prestando a sociedade brasileira, leio as reclamações do atual sistema de segurança publica apresentado e sem falar o quanto ando pelo Brasil testemunhando tudo isso. E se tudo que temos mostrado não resolveu então vamos agora partir para concientização da sociedade, vamos mostrar para todos os brasileiros que temos uma excelente ferramenta pronta para agir na segurança pública mas os deputados não deixam! não se importam! Esta ferramenta são as Guardas Municipais, Policias Municipais do Brasil, finalizou Naval. Nós da equipe do site www.guardasmunicipais.com.br, nos resta colaborar e como diz o Naval; A LUTA NÃO PÁRA AQUI |
| Fonte: www.guardasmunicipais.com.br |
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